Isso inclui compartilhar responsabilidades dentro de casa, perceber demandas, antecipar necessidades e assumir a rotina que sustenta a vida cotidiana. Quando isso não acontece, a sobrecarga recai, na maioria das vezes, sobre as mulheres.
Ser um adulto funcional não é extraordinário. É o mínimo para construir relações mais justas.
Ter a carga dividida faz com que as mulheres tenham energia para se desenvolverem. E quando elas avançam, o Brasil avança junto!
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