Março não é sobre dar flores para as mulheres. É sobre reconhecer que a igualdade de gênero também passa pela divisão das tarefas de cuidado.

Isso inclui compartilhar responsabilidades dentro de casa, perceber demandas, antecipar necessidades e assumir a rotina que sustenta a vida cotidiana. Quando isso não acontece, a sobrecarga recai, na maioria das vezes, sobre as mulheres.

Ser um adulto funcional não é extraordinário. É o mínimo para construir relações mais justas.

Ter a carga dividida faz com que as mulheres tenham energia para se desenvolverem. E quando elas avançam, o Brasil avança junto! 

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